Oficina 6 – 17/06/2009

TP 5 – Unidade 17

Estilística

Hoje senti que todos estavam um pouco cansados, inclusive eu! Começa o período de provas nas escolas e é sempre aquela correria e estresse. Êta, vida corrida! Vida de professor!

Começamos com a apresentação das atividades aplicadas aos alunos e os resultados obtidos.

Desenvolvemos oralmente a proposta apresentada no Avançando na prática (p. 24) com o diálogo do texto de Almi Correia com o “Trem de ferro” que todos conhecíamos de Manuel Bandeira.

Fiz uma apresentação teórica com slides sobre Estilística porque acho que muitas vezes esse tema é pouco abordado nas formações do professor, em geral. Fato que,com a apresentação, pude constatar ao conversar com os professores.

Fizemos uma dinâmica dos ditos populares, que nos proporcionou também um momento de lazer também.

Lemos e interpretamos o texto “Palavras são palavras...” de Celso Ferreira Costa (p. 36). E fizemos uma outra dinâmica sobre a tonalidade emotiva das palavras. Constatamos, então, que uma mesma palavra nos remete a algo diferente.

O texto de referência “O vocabulário português” de Lapa (pp. 54-57) foi lido e discutido. Os conceitos apresentados foram novidades para todos. Respondemos oralmente as questões do texto (pp. 57-58).

Terminamos o nosso encontro com a leitura do texto “Palavra” de Adriana Falcão (p.41). Texto que não conhecíamos, mas apreciamos.

Te vejo por aí!

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Oficina 5 – 03/06/2009

TP 4 – Unidades 15 e 16

Processos de escrita

Sempre começamos com nossa troca de relatos dos trabalhos com os alunos. E os comentários têm sido os mesmos: alguns alunos conseguem superar as expectativas e outros continuam à margem da atividade, produzindo qualquer trabalho para entregar apenas. Conversamos um pouco sobre esta apatia que encontramos em sala de aula. Momento desabafo!

Leitura coletiva do texto de referência “Por que meu alunos não lê?” (Kleiman) – pp. 147-148. Eu, particularmente, gosto muito dos textos da Ângela Kleiman! Os meus cursistas que não conheciam seus textos gostaram bastante deste texto. Respondemos e debatemos as questões de referência (pp. 149-150).

Em seguida, fizemos a leitura e discussão dos depoimentos de Patativa do Assaré (p. 18), Paulo Freire (p. 19) e Gabriel Pensador (p. 179). Como pessoas tão diferentes tiveram experiências, de certa forma, parecidas com a leitura! Como a leitura e a escrita tiveram um impacto em suas vidas.

Apresentei algumas “verdades” sobre o processo de escrita. Que refletimos se seriam mitos ou não.

Desenvolvemos a oficina 8 (pp. 219-221). Os cursistas observaram que no Gestar há várias propostas com anúncios publicitários, gênero tão rico que não era tão explorado até há pouco tempo.

Te vejo por aí!

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Oficina 5 – 03/06/2009

TP 4 – Unidades 15 e 16

Processos de escrita

Sempre começamos com nossa troca de relatos dos trabalhos com os alunos. E os comentários têm sido os mesmos: alguns alunos conseguem superar as expectativas e outros continuam à margem da atividade, produzindo qualquer trabalho para entregar apenas. Conversamos um pouco sobre esta apatia que encontramos em sala de aula. Momento desabafo!

Leitura coletiva do texto de referência “Por que meu alunos não lê?” (Kleiman) – pp. 147-148. Eu, particularmente, gosto muito dos textos da Ângela Kleiman! Os meus cursistas que não conheciam seus textos gostaram bastante deste texto. Respondemos e debatemos as questões de referência (pp. 149-150).

Em seguida, fizemos a leitura e discussão dos depoimentos de Patativa do Assaré (p. 18), Paulo Freire (p. 19) e Gabriel Pensador (p. 179). Como pessoas tão diferentes tiveram experiências, de certa forma, parecidas com a leitura! Como a leitura e a escrita tiveram um impacto em suas vidas.

Apresentei algumas “verdades” sobre o processo de escrita que refletimos se seriam mitos ou não.

Desenvolvemos a oficina 8 (pp. 219-221). Os cursistas observaram que no Gestar há várias propostas com anúncios publicitários, gênero tão rico que não era tão explorado até há pouco tempo.

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Oficina 4 – 27/05/2009

TP 4 Unidades 13 e 14

Processos de leitura

Começamos este encontro com o relato dos cursistas sobre as atividades aplicadas com os alunos. Uma aluna falou que também utilizou uma atividade do AAA3 e que esta teve êxito, uma vez que vários alunos fizeram boas produções.

Estava bastante ansiosa para o estudo desta TP 4 por se tratar de um tema que me interessa: o letramento. Começamos com a leitura do texto (pp. 13-15) que trata do surgimento da escrita e seus efeitos na sociedade.

Apresentação e discussão de alguns conceitos teóricos de leitura. O momento foi ótimo para expormos nossa concepção de letramento e debatermos as dificuldades que muitos dos nossos alunos possuem em alfabetização e letramento.

Com este gancho, abri uma roda em que todos pudemos falar de nossas memórias de leitor. Adoro esses momentos em que posso conhecer um pouco mais de todos os professores! É um momento sempre íntimo que faz com que nos aproximemos mais. Assim como foi um sucesso na I Formação em Niterói com a Cida, também foi aqui conosco. Pedi que os cursistas colocassem no papel essas memórias partilhadas e que me entregassem até 15/06/09.

Respondemos oralmente as perguntas da atividade 9 (p. 82) sobre as nossas leituras e os objetivos de leitura que estabelecemos para nossos alunos. Depois fizemos a atividade 11 (pp. 42-44) em que respondemos algumas questões de interpretação de uma música de Luis Gonzaga e Humberto Teixeira e planejamos uma atividade de escrita com este mesmo texto para nossos alunos. Os professores revelaram que gostam da oportunidade de planejarem juntos atividades para os alunos. Eles acham muito produtivo.

Lemos coletivamente o texto de referência de Matencio (pp.54-55). No desenvolvimento da proposta da oficina 7 planejamos a exploração do texto “Cidadezinha qualquer” de Drummond que já havia sido vista no TP 3.


Para finalizar lemos o texto “Semeando o hábito da leitura” (Moacir Scliar).

Ufa! Até saímos mais tarde. Te vejo por aí.

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Oficina 3 - 11/05/2009


TP 3 - Unidades 11 e 12
Tipos textuais

Inicialmente, pedi aos cursistas que relatassem como foi a aplicação das atividades em suas salas de aula. Eles estavam satisfeitos com os resultados. Até mesmo, surpresos. Mas, é claro, que reclamaram que alguns alunos não entusiamam a fazer as atividades.

Em seguida, lemos coletivamente o texto de referência sobre tipologia textual de Platão e Fiorin (pp. 129-132). Houve uma pequena discussão sobre o assunto, em que alguns dos cursistas falaram que não conheciam a distinção entre gênero e tipo textual. Comentamos também como o ensino de produção textual ainda está baseado na tipologia. Foi uma discussão interessante!

Desenvolvemos a atividade 5 (pp.105-107) na qual observamos a realização de tipos descritivos e narrativos em um texto de Graciliano Ramos. Também desenvolvemos a atividade 4 (pp. 155-156) em que dintinguimos as sequências tipológicas do texto de Veríssimo.

Fizemos a análise do texto de Jô Soares, proposta na oficina 6 (pp. 194-196). Esta atividade proporcionou ao grupo refletir sobre os textos escolares. Que tipo de texto queremos que nosso aluno produza? Fica o questionamento.

Por último, pedi aos professores que escolhessem um gênero para a criação e um texto sobre o Gestar. O resultado foi este!

Te vejo por aí!
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Oficina 2 - 06/05/2009

TP3 - Unidades 9 e 10
Gêneros textuais

Quebrando o gelo inicial, repeti com meus cursistas a dinâmica do barbante feita na I formação do Gestar pela Cida. Esse momento foi muito importante para que os cursistas se conheçam e permitiu também uma interação com o grupo.

Por falar em grupo, o meu é pequeno. Aqui não houve uma grande adesão dos professores. Mas já senti que os poucos cursistas são comprometidos com o trabalho. O que me deixa completamente satisfeita!

Aproveitei o momento de autoconhecimento para explorarmos o material do Gestar. Conhecer como se organizam os itens a serem estudados. Todos destacaram a qualidade do material, uma vez que deram uma olhadinha nele em casa. Alguns estavam um tanto perplexos com a quantidade de livros e curiosos sobre como poderiam utilizá-los.

Começamos a conversar sobre a proposta do ensino de Língua Portuguesa a partir de gêneros textuais. Lemos o texto de referência de Marcuschi "Gêneros textuais: definição e funcionalidade".

No momento seguinte, discutimos sobre a atividade 9 (pp. 36-36) com a leitura de três diferentes versões da Fábula da Cigarra e da Formiga: a de Monteiro Lobato, Esopo e La Fontaine e a "Contrafábula da cigarra e da formiga" de Antonio A. Batista. Essa discussão foi baseada também no Avançando na prática da p. 41.

Preparamos também uma atividade de leitura, interpretação e produção de texto com o "Poema tirado de uma notícia de jornal" de Manuel Bandeira. O grupo preferiu esse texto ao "bom dia" de Gil e Nana Caymmi por poderem desconstruir com seus alunos a visão tradicional de um texto poético.

Ufa! Fiquei até cansada... Te vejo por aí!
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Oficina 1 - Apresentação e início do Gestar II em Mesquita

29 de abril de 2009

A Apresentação do programa Gestar II contou com a presença da Secretária Municipal de Educação - Profª. Maria Fátima de Souza Silva -, da Coordenadora Técnica do Ensino Fundamental - Ana Lúcia Gomes de Souza - e de todos da equipe do Gestar II no município e dos professores-cursistas de Língua Portuguesa e Matemática.

Todos tiveram a palavra e foram passados os seguintes slides no retroprojetor multimídia:

- Mensagem de estímulo Nunca deixe de voar;

- Apresentação do Gestar II (adquirida no site do MEC e a mesma passada no período de formação em Niterói) descrevendo os atores e seus respectivos “papéis” no programa bem como sua metodologia e objetivos, juntamente as imagens foram feitos comentários a respeito de cada item.

- Para finalizar outra mensagem de estímulo que desejava um bom dia e bom trabalho Bom Dia Shrek.

Neste encontro os cursistas receberam o material, o calendário e algumas orientações iniciais para o projeto.

Os professores-cursistas responderam a um questionário sobre as expectativas que tinham em relação ao Gestar II e depois, em grupos, confeccionaram cartazes com uma síntese os seus anseios, expectativas, desejos e concepções a respeito do programa.

A discussão com os professores foi muito profícua e me deixou com gostinho de "quero mais". Ansiosa para nosso 2º encontro!!!

Te vejo por aí!

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